Fim de ano sempre traz aquela sensação de balanço. Olhamos para trás, contamos o que levamos, o que aprendemos, o que quase perdemos. Entre tantas urgências e distrações, fica uma pergunta silenciosa:
Na Pública, passamos o ano investigando o poder — aquele que não aparece no discurso oficial, mas age nas sombras, nos acordos fechados longe dos olhos da população. Revelamos esquemas, confrontamos interesses, seguimos o rastro do dinheiro público. Fizemos isso porque acreditamos que o Brasil só pode ser justo quando a sociedade tem acesso ao que realmente acontece por trás das decisões que afetam nossas vidas.
Mas jornalismo investigativo é lento, profundo, caro. Ele exige tempo, coragem e independência. Pode parecer até que ele não é importante para o agora, mas, certamente, ele é importante para o futuro, para registrar a história.
E é por isso que, enquanto o ano se encerra, queremos fazer um convite: você pode ser parte dessa construção. Não como espectador, mas como alguém que sustenta, junto conosco, o direito de todos à verdade.
Uma doação hoje significa reportagens corajosas, informações que não podem ser compradas, histórias que não são esquecidas. Significa futuro.
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