quarta-feira, 13 de maio de 2026

 Cidadania

Engorda: dissipadores contêm “lagoas pútridas” em Ponta Negra

13 de maio de 2026
12min
Engorda: dissipadores contêm “lagoas pútridas” em Ponta Negra
Interior do dissipador número 8, com presença de lixo e esgoto na parte interna do dispositivo - Foto: reprodução
QR Code

Ajude o Portal Saiba Mais a continuar produzindo jornalismo independente! Apoie com qualquer valor e faça parte dessa iniciativa.

Quero Apoiar

A ação civil pública apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) em relação aos alagamentos na engorda da praia de Ponta Negra comprovam a existência de “lagoas pútridas” com água contaminada em dissipadores que consolidariam, seg undo o órgão, a existência de uma “crise sanitária”.

As informações estão presentes no documento apresentado na semana passada, baseado em estudos técnicos da Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) e perícia do MPF.

Segundo o texto, os registros do Procedimento Administrativo revelam um cenário de calamidade sanitária. As vistorias da Funpec identificaram 84 pontos de saída de água na orla, dos quais 29 apresentavam fluxo constante mesmo em períodos de estiagem, indicando o lançamento ilegal de águas de piscinas e duchas de estabelecimentos privados. 

“Mais grave ainda, a identificação de águas cinzas com odor fétido em diversos dissipadores (especialmente nos 1, 2, 3, 4, 5, 7 e 8) confirma que a rede pluvial está contaminada por águas servidas. A profundidade dessas águas estagnadas chegou a 93 cm no dissipador 8, criando verdadeiras lagoas pútridas em plena área turística”, diz um trecho da ação.

Em outro ponto, o Ministério Público Federal aponta que os relatórios de junho de 2025 Programa de Manutenção, de Reparo e de Melhorias (PMRMD) consolidam a existência de uma crise sanitária, documentando águas estagnadas e pútridas nos dissipadores 7 e 8, com profundidades de até 93 cm, exalando odor de esgoto e criando focos para vetores de doenças como a leptospirose.

“Esta deficiência mantida, quando se soma a um sistema de drenagem insuficiente e falta de monitoramento da qualidade da água e dos sedimentos, pode propiciar um comprometimento significativo da balneabilidade da praia de Ponta Negra”, diz a passagem citada de um laudo técnico.

Ainda segundo o MPF, a má execução da obra afeta o direito coletivo à saúde e a um meio ambiente equilibrado, “gerando retrocessos infraestruturais inaceitáveis”.

“O acúmulo de águas contaminadas e resíduos sólidos transformou o enrocamento e os dissipadores em abrigos para vetores de doenças. A exemplo disso, relatórios de novembro e dezembro de 2025 apresentados pela FUNPEC documentaram uma infestação de roedores entre os dissipadores 13 e 14. O risco de transmissão de doenças de veiculação hídrica, como a leptospirose, é um alerta constante nos relatórios e no Laudo Técnico nº 263/2026/SPPEA/PGR”, alerta.

Já em relatório de dezembro de 2025 do Programa de Controle da Vazão das Águas Pluviais nos Períodos Chuvosos (PMCVAP), a Funpec ressaltou que, embora o sistema de drenagem esteja implantado, foram verificadas limitações operacionais relevantes, tais como “acúmulo de resíduos, deposição de sedimentos e presença de água estagnada em diversos dissipadores”. De acordo com as considerações do relatório, essas condições reduzem a capacidade hidráulica efetiva do sistema, especialmente durante eventos de precipitação intensa, comprometendo a vazão projetada e aumentando o risco de alagamentos. Além disso foram apontadas fragilidades no controle operacional, na execução construtiva e nas rotinas de manutenção, especialmente em decorrência de reincidência de danos em dispositivos de microdrenagem e indícios de falhas estruturais localizadas. 

A respeito dos constantes alagamentos na faixa de areia, a Secretaria de Infraestrutura de Natal (Seinfra) sustentou em encontro com o MPF em 19 de fevereiro de 2025 que a formação de “espelhos d’água” estava prevista desde o início do projeto, embora tenha reconhecido que a ausência de dissipadores funcionais fazia com que a água se acumulasse de forma muito mais rápida nos pontos 9 e 15 da orla. 

Como solução para mitigar o problema, a Prefeitura informou, à época, que estava analisando a criação de canais de ligação direta com o mar nesses dissipadores críticos, visando acelerar o escoamento e a absorção hídrica. Durante o encontro, o MPF demonstrou forte preocupação com a falta de transparência e fiscalização, uma vez que a municipalidade admitiu que os projetos executivos da drenagem não foram encaminhados ao Idema, sendo tratados apenas internamente com a Funpec. Naquela ocasião, os representantes da Prefeitura atribuíram a poluição verificada na praia ao extravasamento da rede de esgotamento operada pela Caern e à existência de ligações clandestinas.

“Espelhos d’água” são propositais, de acordo com secretário

Em abril deste ano, o titular da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb), Thiago Mesquita, defendeu que os alagamentos registrados na área da engorda de Ponta Negra, chamados por ele de “espelhos d’água”, são formados propositalmente, fazem parte da drenagem e ajudam a impedir a descida da água em alta velocidade. Dois dias antes, contudo, o secretário de Planejamento, Vagner Araújo, havia dito que em cerca de dois meses serão iniciadas novas obras de drenagem na orla da praia.

Entre o dia 23 de abril e o meio-dia do dia 24, Natal registrou um acumulado médio de 110,9 mm. O volume total até aquele período chegou a 375,8 mm, o que representou quase o triplo da média histórica para abril (141 mm).

Thiago Mesquita publicou um posicionamento no Instagram na manhã do dia 25 e disse que percorreu toda a bacia de drenagem da orla de Ponta Negra na sexta, dia anterior. A visita técnica começou por volta das 10h em frente ao estádio Frasqueirão, na Rota do Sol, e finalizou próximo às 14h nas áreas dos hotéis no início da Via Costeira. Ele disse que foi constatado o que foi projetado e já era esperado.

“O Aterro Hidráulico que começou pelas áreas dos hotéis em setembro de 2024 e foi finalizado na base do Morro, em 25 de janeiro de 2025, continua firme e cumprindo sua função de impedir qualquer dano erosivo à base do Morro do Careca e a toda linha de Costa, ao Longo da Erivan França, até os hotéis”, disse o titular da Semurb.

Ainda segundo ele, a drenagem finalizada em fevereiro de 2025 cumpre “rigorosamente” sua função ao desacelerar a descida da água de chuva em 16 dissipadores de energia, ao longo de toda orla.

“E formando propositalmente os espelhos de água (rasos em quase sua totalidade, não tendo a lâmina de água nem 20cm de altura na sua maior parte). A formação dos espelhos de água faz parte da nova drenagem de Ponta Negra e isso impede a descida em alta velocidade da carga Hidráulica acumulada nos 400 mil metros quadrados, em declives (diferenças de alturas que chegam a 40 metros) e que antes em 16 pontos na praia de Ponta Negra provocavam uma enxurrada em alta velocidade contribuindo com o arrasto da areia da praia, causando voçorocas, erosão e grande comprometimento da faixa de orla”, justificou Mesquita.

Saiba Mais: Área da engorda de Ponta Negra volta a alagar em manhã de fortes chuvas

Ele disse também que a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) “acertadamente” fez uma intervenção pontual de engenharia com o setor de Manutenção da Orla, e abriu um caminho preferencial, próximo ao dissipador 16, último antes do Morro do Careca, pra facilitar o escoamento superficial da água acumulada nos espelhos de água e diminuir o tempo de acúmulo dessa água, principalmente após as fortes chuvas.

Nova drenagem

Antes das declarações de Thiago Mesquita, o titular do Planejamento, Vagner Araújo, adiantou que a Prefeitura pretende fazer um novo serviço de drenagem na praia. De acordo com ele, as intervenções têm como objetivo minimizar os constantes alagamentos registrados na faixa de areia da praia desde a inauguração do aterro hidráulico no início de 2025. As informações foram repassadas em entrevista à rádio Mix FM na quarta (22). 

Na entrevista, Vagner Araújo citou que o município planeja fazer uma “série de ações, principalmente de drenagem” na orla de Ponta Negra. “Nós estamos iniciando, em um ou dois meses, uma obra de drenagem”, prometeu.

Saiba Mais: Após dizer que estava concluída, Prefeitura anuncia drenagem em Ponta Negra

Tubulações falsas e galerias bloqueadas

Na mesma ação, o MPF aponta a existência de tubulações falsas e galerias bloqueadas propositalmente. Além disso, o documento demonstra o risco de “desastre estrutural iminente” devido à “ausência de dissipadores eficientes e o grande desnível topográfico de 40 metros”.

Entre as constatações mais graves, a perícia revelou irregularidades construtivas, como a instalação de “tubulações falsas”, galerias bloqueadas propositalmente, tubos de saída com as bordas dobradas contra o fluxo da água e alteração da forma de saída de água dos dispositivos.

Laudo ainda demonstra o risco de “desastre estrutural iminente” devido à “ausência de dissipadores eficientes e o grande desnível topográfico de 40 metros” – Foto: reprodução

“Tais achados demonstram que as estruturas, chamadas pela Prefeitura de Natal de dissipadores, não foram tecnicamente dimensionadas para esse fim, funcionando meramente como caixas de descarga ou bacias de retenção subdimensionadas que pressurizam o sistema e não reduzem a energia cinética dos jatos de água que atingem a praia”, diz a ação.

Saiba Mais: MPF aponta tubulações falsas e galerias bloqueadas em drenagem de Ponta Negra 

Os responsáveis pela ação são os procuradores da República Ilia Freire, Victor Mariz e Camões Boaventura, que apontam que a falta de drenagem tornou-se “uma gravíssima crise socioambiental e técnica”. Segundo eles, ao instalar o que a perícia técnica chamou de “simulacro de engenharia”, com galerias bloqueadas por concreto e tubulações inoperantes, o município de Natal descumpriu a obrigação legal de prover infraestrutura urbana adequada. 

Do ponto de vista sanitário, o laudo documenta uma situação crítica de insalubridade e risco à saúde pública, com a presença de águas estagnadas no interior dos dissipadores (com profundidades significativas), com coloração e odor característicos de esgoto. 

“Esse acúmulo de efluentes contaminados transforma a orla em um ambiente propício à proliferação de vetores de doenças, como insetos e roedores, além de ser um risco ao meio ambiente, tendo em vista a possibilidade de contaminação da água do mar e da areia da praia no período chuvoso, atesta.

“Risco de desastre estrutural iminente”

Segundo os procuradores, a situação apresenta um claro perigo de dano e riscos irreversíveis que se agravam continuamente no tempo. 

“Primeiramente, há o risco de desastre estrutural iminente: a ausência de dissipadores eficientes e o grande desnível topográfico de 40 metros criam o cenário ideal para o fenômeno do “transiente hidráulico” (Golpe de Aríete), que pode romper galerias e caixas de concreto, causando erosão no solo e ameaçando a vida de frequentadores da Praia de Ponta Negra”, diz um trecho.

Saiba Mais: Alagamentos em Ponta Negra podem acelerar erosão do Morro do Careca, atesta MPF

Além disso, foi constatada a possibilidade de perda antecipada da areia do aterro hidráulico e o aumento da erosão na base do Morro do Careca. Os estudos indicam também que o deságue inadequado próximo à base da duna está carregando sedimentos e já causou danos físicos, como a derrubada de cercas de proteção do morro.

“Por fim, a urgência é sanitária: a formação de lagoas com águas estagnadas e esgoto atrai vetores de doenças, havendo registros de infestação de roedores em estruturas que compõem a obra de drenagem, o que expõe a população ao risco de contaminação.”

Pedidos

A ação pede liminarmente a execução de obras emergenciais de manutenção, limpeza e desobstrução semanal das bocas de lobo e dissipadores, com prazo de início em até 30 dias, assim como a interdição e o isolamento de áreas de risco e da base do Morro do Careca. O MPF quer a proibição de novas licenças urbanísticas até a solução definitiva da drenagem e, se a liminar for acatada, o município deverá ainda fornecer todos os documentos técnicos sobre o sistema de drenagem e dados mensais de volumetria da areia da “engorda”, em até 15 dias.

Caso as medidas sejam descumpridas, o MPF requer a aplicação de uma multa diária de R$ 5 mil. Além disso, o órgão pleiteia que a sentença estabeleça uma indenização por danos morais coletivos no valor mínimo de R$ 500 mil. O objetivo final da ação é que o sistema de drenagem seja integralmente reestruturado, com novos projetos detalhados, funcionamento pleno dos dissipadores e cronograma sistemático de manutenção preventiva e limpeza.

 

O legado precioso do indígena que condenamos à solidão

Entre tantas notícias quentes - o encontro de Lula e Trump, o senador Ciro Nogueira enterrado no Master até o pescoço - às vezes a gente perde o fato essencial, aquele capaz de revolucionar o que pensamos sobre nós mesmos e trazer novas perspectivas de ação. 

A história foi contada pelo repórter Daniel Biasetto no jornal O Globo na segunda-feira passada, dia 4 de maio, e me levou a um estado de maravilhamento, que tenho que compartilhar com você. 

Em um território da Amazônia protegido pela presença de um único indígena isolado - do qual se sabia quase nada desde que foi avistado nas matas de Rondônia, na fronteira com a Bolívia, em 1996 - pesquisadores da Universidade de Brasília descobriram uma “ocupação indígena profunda e sofisticada, que permaneceu invisível por séculos sob a copa das árvores”. 

Um “patrimônio de valor incalculável”, como definiu o arqueólogo Francisco Pugliese ao pedir ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) o tombamento federal imediato da área, fundamentado em um mapeamento feito com sensoriamento laser (que permite observar a área sem a vegetação) pelo Laboratório de Arqueologia Indígena da UnB. 

Com o uso dessa tecnologia, os arqueólogos descobriram a existência de uma “rede de caminhos” com mais de 110 quilômetros de trilhas ancestrais que ligam assentamentos com aldeias circulares e recursos naturais, indicando uma ocupação contínua de mil anos no mínimo e um elo perdido: a conexão de culturas da Amazônia com as do Brasil Central, como evidencia um dos achados, a primeira casa escavada no solo na região. 

“As casas subterrâneas são estruturas geralmente associadas a povos Jê do Sul do Brasil, como os Kaingang e Xokleng, e são tradicionalmente interpretadas como adaptações a climas mais frios das regiões de planalto do Sul e Sudeste brasileiro. Sua presença na Amazônia, em um ambiente tropical de floresta densa, contradiz frontalmente esta interpretação e sugere que os processos de migração, adaptação ou difusão cultural dos grupos Macro-Jê foram muito mais extensos e complexos do que se pensava”, explicou Pugliese ao Globo, esclarecendo que há quase um ano aguarda a resposta do Iphan ao seu relatório.  

Outro detalhe descoberto pelos arqueólogos chama a atenção de quem já ouviu falar do “índio do buraco”, um personagem tão fascinante quanto o horror que moldou a sua vida, assim chamado por abrir covas no chão enquanto se movimentava na mata. O estudo arqueológico encontrou mais de 1.300 buracos no agora denominado “Complexo Arqueológico Tanaru”, localizado na área de 8.070 hectares da TI Tanaru. 

Símbolo da resistência dos 115 povos indígenas isolados registrados pela Funai no país, o “índio do buraco” foi avistado pela primeira vez por madeireiros e teve sua existência confirmada por indigenistas em 1996. Permaneceu no território até ser encontrado morto em seu tapiri em 2022, “deitado na rede, e paramentado [com penas de arara] como se esperasse a morte”, como contou o repórter Rubens Valente em coluna para a Agência Pública de agosto daquele ano. 

O apelido insólito dá a medida do nosso desconhecimento sobre o indígena do qual não se sabe até hoje o nome, a língua ou cultura a que pertencia, da qual se acredita que ele era o único remanescente. De acordo com o indigenista Marcelo Santos, ouvido por Valente, o “índio do buraco” foi jogado na solidão depois que o grupo do qual fazia parte sofreu diversas violências e desapareceu com a sua morte. 

“Ele não confiava em ninguém em sua volta porque viveu várias experiências traumatizantes com os não indígenas. Ele temia pela própria vida. Um conjunto de fatores levou a essa solidão. Há relatos de que indígenas isolados foram mortos na região com veneno misturado à comida. Acreditamos que, por isso, ele nunca aceitou a comida que deixávamos para ele na mata”, explicou Santos a Valente.

“ Um genocídio perpretado pelos brancos que para ele significou a destruição da possibilidade de convivência humana (quem mais falará a sua língua, quem saberá o que significam as penas de arara, qual a história de seu povo?) mas que não o impediu de nos deixar o mais precioso dos legados: a floresta preservada (interditada depois que a Funai confirmou a presença do isolado) guardando um legado milenar que pode alterar todo nosso entendimento sobre as culturas ancestrais que nos formaram como povo.

Em setembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal homologou o plano de criação do Parque Nacional Tanaru (o nome vem de um rio que corta a região), proposto pelo governo federal, como “instrumento de reparação da histórica violência e vulnerabilização sofrida pelos povos originários do Brasil”, como definiu o ministro Edson Fachin. O que ganha importância ainda maior com o pedido de tombamento do sítio arqueológico, preservando o passado e o futuro das culturas amazônicas. 

É com esse olhar que temos que pensar em quem somos e o que realmente importa para nós. Um povo formado por culturas únicas e ricas em conexão, o que nos torna mais profundos e visionários à medida que respeitamos nossas raízes ancestrais e protegemos a vida e o nosso patrimônio comum. Toda área indígena merece ser demarcada, toda cultura tradicional merece respeito e atenção. 

Não podemos ser mesquinhos diante da imagem do homem que protegeu com a própria vida o legado de sua cultura e que soube se preparar para morte, adornado de penas de arara, guardando até o fim o território sagrado mesmo estando completamente só.

domingo, 10 de maio de 2026

ADVOCACIA

 ESTOURO SOBRE BUSCA E APREENSÃO NA CASA DE CIRO NOGUEIRA, IMEDIATAMENTE ELE CONTRATA UM ADVOGADO PARA DEFESA E O MESMO FALA QUE É FATO COMUM A AMIZADE ENTRE CIRO E VORCARO E QUE O QUE ESTÁ SENDO PUBLICADO NÃO SE REFERE A REALIDADE.

 PROCURO SABER QUEM É O ADVOGADO E VEJO QUE É O MESMO QUE OS CANAIS ALTERNATIVOS USAM PARA ANALISE DOS FATOS E QUE NENHUM CANAL CITA QUE O MESMO ESTÁ NA DEFESA FERENHA DE CIRO NOGUEIRA.

SERÁ QUE ESTE ADVOGADO PRECISA EMPRESTAR SEU NOME PARA ESTA QUADRILHA QUE FOI INSTAURADA NO PAÍS? POIS É O SENHOR ANTONIO CARLOS, MAIS CONHECIDO COMO KAKAY, COM CONSTANTES INSURGÊNCIAS NOS CANAIS ALTERNATIVOS, VAI DE PUBLICO AFIRMAR QUE NÃO CONSTA NADA SOBRE SEU CLIENTE CIRO NOGUEIRA.

O SER HUMANO É UM INSACIAVEL.

BANDIDOS DE FARDA

 NO DIA 17/05 O ICL APRESENTARÁ DOCUMENTÁRIO SOBRE A ATUAÇÃO DO EXERCITO DURANTE O REGIME MILITAR, MOSTRANDO O SUBMUNDO DESTE REGIME, COM MORTES, ROUBOS E CODINOME DE MATADORES, TIPO USTRA, NO DOCUMENTÁRIO SURGE UM DOUTOR BRUNO.

ÁS 20 HORAS, PRODUÇÃO DE JULIANA DAL PIVO E IGOR MELO E CHICO OTÁVIO. NÃO DEIXE DE ASSISTIR, POIS MUITOS DESTES POLITICOS QUE ESTÃO AÍ SÃO CRIAS OU SÃO BANDIDOS DE FARDA.