quinta-feira, 2 de junho de 2016

França

Movimento Democrático 18 de Março: Apelo à resistência democrática

O impeachment é um golpe de Estado. Caso seja aceito pela comunidade internacional, colocará em evidência o desprezo do Brasil pela democracia
por Movimento Democrático 18 de Março — publicado 02/06/2016 15h44, última modificação 02/06/2016 16h54
Movimento Democrático 18 de Março
Residentes na França, brasileiros integrantes do Movimento Democrático 18 de Março protestam contra o impeachment
Formado por um grupo de cerca de cem brasileiros residentes na França, oMovimento Democrático 18 de Marçoproduziu um manifesto contra o afastamento de Dilma Rousseff. Confira a seguir a íntegra do documento, divulgado no último dia 18 de março:

Apelo à resistência democrática

A democracia representativa brasileira está morta. Hoje pela manhã, o Senado deu um golpe no voto popular depois do episódio confuso e nefasto oferecido pelo Congresso nas últimas semanas.
Um grupo de homens brancos, na sua grande maioria envolvida em corrupção, privatizou Deus, a pátria e a família para destituir um governo democraticamente eleito pelo povo, em sua maioria composta de mulheres e negros.
Não se poderia acusar a Presidenta de praticar crime, mas para a Câmara de Deputados – talvez a mais conservadora da história do Brasil – a Constituição Federal é um pormenor.
O importante foi devolver o poder às velhas oligarquias, que, no fundo, jamais aceitaram verdadeiramente a democracia, o sufrágio universal, o crescimento econômico, a redução inédita na história do país das desigualdades sociais, a democratização do ensino superior, a presença marcante do país no cenário internacional, sua crescente influência diplomática e contribuição para a formação do eixo Sul/Sul que nos permitiria começar a cortar as amarras que nos ligam ao Império do Norte.
Entretanto, nenhum desses fatos foi suficiente para sensibilizar nossas elites, geradas e alimentadas nos tempos duros da escravidão dos negros e do genocídio de indígenas.
Doce ilusão imaginar que esses tempos seriam superados depois de dois governos populares: os donos do poder, ao longo de cinco séculos, com o chicote na mão, mais uma vez, não permitiram a superação desses tempos.
Preparou-se aqui um golpe de estado  mais sofisticado que o de 1964, apoiado em uma conjunção de fatores semelhantes àqueles que permitiram a ascensão dos militares ao poder. Transformou-se neste país a corrupção estrutural em discurso ideológico para a classe média, propiciando a radicalização do seu conservadorismo, a exacerbação do  fanatismo religioso e o retorno de uma paranoia anticomunista completamente anacrônica.
Ao retornarem ao poder, sem passar pelas urnas, as oligarquias, integrantes da Casa Grande, prometem não somente rever as conquistas sociais do último decênio, mesmo as mais antigas, e tornar impossíveis outras conquistas futuras.
No curso do golpe de estado foi apresentado um projeto de austeridade cinicamente batizado de "Ponte para o futuro", acompanhado de uma agenda legislativa muito carregada.
Dentre as propostas que os parlamentares desejam  ver aprovadas encontram-se a possibilidade de as igrejas contestarem a constitucionalidade de leis, a proibição do aborto mesmo em caso de estupro, uma definição mais flexível do conceito de escravidão, proibição de greve de funcionários, proibição de buscar a justiça do trabalho pelos trabalhadores licenciados, a redução da idade mínima – de 16 para 14 anos – para entrar no mercado de trabalho e medidas de censura à internet, que fariam inveja ao presidente turco Erdogan.
Para garantir esse retrocesso, o usurpador que se pretende presidente do Brasil escolheu uma equipe ministerial à altura de sua missão, identificada com ele.
O novo ministro da Justiça, como ex-Secretário de Segurança do Estado de São Paulo, certamente possibilitará a manutenção nas mãos da oposição de direita a posse de aparelho repressivo dos mais violentos do país.
Os pontos fortes do curriculum desse senhor são a dissimulação de dados de execução extrajudicial praticada pela polícia paulista, assim como a suspeita de ligação dessa polícia com o crime organizado.
O novo ministro da agricultura, por sua vez, é um dos maiores produtores de soja transgênica do mundo, implicado na devastação das florestas do país e sistematicamente hostil às medidas de proteção do meio ambiente.
E mais: na lista dos ministeriáveis não se encontra nenhuma mulher, fato inédito desde a Ditadura Militar; por outro lado, encontram-se sete acusados de  haver recebido propina e implicados no escândalo da Operação Lava Jato.
Dentre os cargos que devem desaparecer nesse governo pós golpe, encontra-se aquele destinado ao controle dos negócios do Estado, o da cultura e das mulheres, da igualdade racial e direitos humanos.
É simbólico que desapareçam justamente os ministérios que protegem as minorias e as mulheres, após uma campanha pelo impeachment que acentuou o racismo de extrema direita e  a banalização da ideia de  que os direitos humanos consistem na defesa de bandidos.
Não é por acaso que esse processo de impeachment foi apoiado pelos integrantes das classes abastadas, por um  deputado que defende  abertamente a prática da tortura e agressões de homossexuais.
Esses são apenas alguns dos fatos que permitirão o enorme retrocesso no  Brasil e o enfraquecimento de todas as democracias no mundo.
Nossa missão histórica é recusar reconhecer esse governo dirigido por delinquentes e religiosos fanáticos que não foram escolhidos pelo povo. O Brasil não tem mais governo e  se encontra dessa forma em desacordo com o direito internacional.
Por essa razão, os brasileiros e brasileiras e os amigos do Brasil na Franca, que  integram o MD18 de março, que valorizam e lutam pela democracia, se opõem ao golpe ilegítimo, assim  como a todas as suas ações.
Apelamos ao boicote e rejeitamos essas medidas econômicas, baseadas na espoliação fiscal, e esses planos neoliberais que colocam em questão a soberania econômica de nações europeias como ocorreu com Portugal, com a Grécia e a Irlanda.
Questionamos a realização dos Jogos Olímpicos que acontecerão daqui a três meses. Um governo, autoritário e antidemocrático, não pode realizar um evento como os jogos olímpicos que celebra a diversidade.Se os jogos devem acontecer que seja em espaços vazios. Os turistas devem estar conscientes e não apoiar a propaganda de um governo oriundo de um golpe de estado.
impeachment da presidente Dilma é um golpe de Estado e, se for aceito pela comunidade internacional, colocará em evidência aos olhos dos povos do mundo o desprezo do Brasil pela democracia.
O direito à autodeterminação dos povos é acatado em todo mundo. Por isso, é hora de unirmos nossas forças para, juntos, imaginarmos e criarmos um mundo onde desejamos viver.
Se assim não for, as oligarquias político-econômicas vão se habituar a submeter os povos com golpes de estado a frio como o que ocorreu no Brasil.
E "a frio" é um eufemismo, porque esse golpe de força vem acompanhado de assassinatos políticos, de prisões arbitrárias, da criminalização de movimentos sociais, da censura e muita violência policial.
No Brasil, a caça às bruxas já começou, mas saibam os golpistas que o mundo conhecerá seus crimes. Saibam que nosso destino não pode se confundir com o reinado da desigualdade, do fundamentalismo religioso, do racismo, da misoginia, da homofobia e da violência. A radicalização da democracia é a única via que nos resta.
* Tradução livre, feita por Marcia Jaime, advogada, membro da Comissão Justiça e Paz de São Paulo 

Aliado de Cunha, deputado Manoel Júnior deixa suplência do Conselho de Ética

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Brasília - Candidato à Prefeitura de João Pessoa, o deputado Manoel Júnior (PMDB-PB) protocolou nesta quinta-feira, 2, sua renúncia como membro suplente do Conselho de Ética da Câmara. O peemedebista era um dos principais defensores do deputado e presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que terá de enfrentar na próxima semana um pedido de cassação do mandato.
Manoel Júnior, que já se fazia ausente nas últimas reuniões do conselho, não deu maiores explicações no pedido de saída do colegiado. Segundo fontes, o peemedebista estava preocupado com sua campanha eleitoral e incomodado com os efeitos sobre o eleitorado da associação de sua imagem com as defesas de Cunha. O substituto ainda não foi indicado.
Desde que o processo por quebra de decoro parlamentar contra Cunha foi instaurado, há 7 meses, o colegiado passou por 15 mudanças (11 entre titulares e 4 entre suplentes). As alterações de composição são vistas como manobras para tirar do conselho membros que possam votar contra o deputado afastado.
O parecer que pede a cassação de Cunha foi apresentado ontem ao colegiado. Em 86 páginas, o relator Marcos Rogério (DEM-RO) diz que há provas fartas que atestam que Cunha mentiu à CPI da Petrobras no ano passado ao negar que tivesse contas no exterior. Rogério aponta a prática de condutas graves e ilícitas do peemedebista, incluindo o recebimento de propina do esquema de corrupção na Petrobras.
Os aliados de Cunha pediram vista do parecer e o pedido de cassação será discutido na próxima terça-feira, 7. Como há 17 deputados inscritos para o debate e ainda poderá haver inscrição de líderes e não-membros para falar, há risco de o relatório não ser votado no mesmo dia. Os membros do conselho podem falar por até 10 minutos, os não-membros por 5 minutos e os líderes partidários podem falar por um tempo calculado de acordo com o tamanho da bancada.

Comissão propõe novos prazos para impeachment no Senado, mas adia decisão

Gustavo Maia*
Do UOL, em Brasília
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  • Edilson Rodrigues/Agência Senado
    Da esq. à dir.: O relator da comissão de impeachment, Antonio Anastasia (PSDB-MG), senador Raimundo Lira (PMDB-PB), e José Eduardo Cardozo, advogado da presidente afastada, Dilma Rousseff, se cumprimentam antes do início da sessão
    Da esq. à dir.: O relator da comissão de impeachment, Antonio Anastasia (PSDB-MG), senador Raimundo Lira (PMDB-PB), e José Eduardo Cardozo, advogado da presidente afastada, Dilma Rousseff, se cumprimentam antes do início da sessão
Em sessão conturbada e mais uma vez marcada por bate-bocas, a comissão especial do impeachment no Senado adiou nesta quinta-feira (2) a votação do cronograma para o processo contra a presidente afastada Dilma Rousseff (PT), que estava prevista para ocorrer hoje. A data da próxima reunião da comissão ainda não foi marcada.
Por conta da questão de ordem que reduziu em 20 dias os prazos para as alegações finais da acusação e da defesa o cronograma foi alterado. Segundo o relator, Antonio Anastasia (PSDB-MG), o parecer seria votado pela comissão no dia 7 de julho, e apreciado pelo plenário do Senado na semana seguinte, provavelmente a partir do dia 12.
Apresentada pela senadora Simone Tebet (PMDB-MS), a questão de ordem que abreviou o cronograma foi alvo de críticas por parte de integrantes contrários ao afastamento de Dilma e de recursos do advogado da petista, o ex-ministro da Justiça e da Advocacia-Geral da União José Eduardo Cardozo, e do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que serão apreciados pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski.
Lira argumentou que a votação deveria ser adiada até a análise de Lewandowski, caso o recurso fosse apresentado nesta quinta. Na sessão anterior, no dia 25 de maio, Anastasia havia apresentado proposta de cronograma que previa o encerramento do processo de impeachment no início de agosto.
"Só vou me pronunciar depois que receber os recursos formalmente", disse o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, ao chegar ao Supremo no início da tarde.
Nesta fase do processo de impeachment, cabe ao presidente do STF decidir sobre contestações ao trabalho da comissão. A defesa da presidente e os senadores também podem entrar com ações judiciais ao Supremo, que serão julgadas pelos 11 ministros.
Veja como ficou o cronograma após alterações nesta quinta:
De 6 de junho a 17 de junho – depoimento de testemunhas e de especialistas convidados
20 de junho – interrogatório da presidente Dilma Rousseff
De 21 de junho a 25 de junho – Prazo para alegações escritas da acusação
De 26 de junho a 30 de julho – Prazo para alegações escritas da defesa
4 de julho – relator ler parecer na comissão
5 de julho – parecer é discutido na comissão
6 de julho – parecer do relator é votado na comissão
7 de julho – parecer do relator, já votado na comissão, é lido no plenário do Senado
12 ou 13 de julho* – plenário do Senado discute e vota o parecer
*Ainda depende de decisão conjunta entre os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e do STF, Ricardo Lewandowski
A segunda sessão realizada pela comissão de impeachment após o afastamento de Dilma pelo Senado --no dia 12 de maio-- foi tão tumultuada que levou o presidente Raimundo Lira a pedir calma aos integrantes do colegiado. "Estamos no Senado Federal", lembrou. Sobre o deferimento da questão de ordem, o peemedebista afirmou ainda que não está "não aceita pressão".
"Isso aqui é um tribunal de exceção. É um escândalo votar em um mês e uma semana o afastamento de uma presidenta da República, em uma situação controversa como esta", rebateu o senador Lindberg Farias (PT-RJ), lembrando a seguir as conversas flagradas entre o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e o senador Romero Jucá (PMDB-RR), consideradas por Cardozo "provas cabais" da tese de desvio de poder da defesa de Dilma.

NÃO ACEITO PRESSÃO, DIZ PRESIDENTE DA COMISSÃO DO IMPEACHMENT

Entenda o processo

Após o Senado ter aprovado a abertura do processo, que levou ao afastamento da presidente, o processo de impeachment entrou na fase de investigação da denúncia, quando são ouvidas testemunhas e analisadas provas. Além de novas manifestações no processo, a acusação e a defesa podem indicar testemunhas.
Também está previsto que a presidente Dilma seja ouvida pessoalmente pela comissão no dia 20 de junho. Mas, como investigada, ela tem o direito a não comparecer ao depoimento. Na noite desta quarta (1º), quando entregou a defesa escrita de Dilma, Cardozo disse que essa decisão ainda não foi tomada.
Ao fim dessa fase, a comissão deve votar um parecer do relator sobre se há ou não indícios de que tenham sido cometidos crimes de responsabilidade que possam levar a presidente a ser condenada pelo Senado. Essa fase é conhecida também com o nome de "juízo de pronúncia".
Após ser votado pela comissão, o parecer do relator é apreciado em seguida pelo plenário do Senado. Em seguida, o impeachment alcançará sua terceira e última etapa, que é a sessão no plenário do Senado, comandada pelo presidente do STF, em que todos os senadores votam para julgar se condenam ou absolvem a presidente. É preciso o voto de 54 dos 81 parlamentares para que Dilma seja condenada, o que leva ao seu afastamento definitivo do cargo.
A lei prevê que a presidente fique afastada por até 180 dias do cargo. Após esse período, se o processo não for concluído, ela reassume a Presidência, mas o impeachment continua a ser analisado pelo Senado. Politicamente, o prazo do afastamento temporário apressa a resolução do processo pelos senadores, como forma de evitar mais instabilidade política. 
*Colaborou Felipe Amorim, de Brasília

"Se o Temer pisar na bola, a gente volta de novo", diz integrante do MTST

Um dos integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) avisava por volta das 9h desta quinta-feira (2), na Avenida Paulista, em frente ao edifício onde fica o escritório da Presidência da República, invadido na quarta (1º0: "Se o Temer pisar na bola, a gente volta de novo". Manoel Messias havia passado a noite com outros manifestantes que ocuparam o hall do prédio e a calçada em frente em protesto contra o presidente interino, Michel Temer (PMDB), e contra cortes no programa Minha Casa Minha Vida. Leia Mais
"Se o Temer pisar na bola, a gente volta de novo", diz integrante do MTST - Danilo Verpa/Folhapress

Senador do PSDB pede desculpas após mandar aliada de Dilma 'ficar quieta'

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), líder do governo Temer no Senado, pediu a palavra logo após a retomada da sessão da comissão de impeachment do Senado, depois de intervalo para almoço, na tarde desta quinta-feira (2), para pedir desculpas à senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Ao perceber que ela falava durante seu pronunciamento, Ferreira disse, aos gritos: "A senhora pode ficar quieta e me ouvir? Por favor, fique quieta e me ouça.". Vanessa, que é contrária ao impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff pediu respeito, mas o tucano continuou irritado. "Que inferno!", afirmou. À tarde, ela disse ter aceitado "sinceramente" as desculpas e elogiou o gesto do tucano, classificado como "um exemplo".

DESMONTE DA EBC

NA QUALIDADE DE TELESPECTADOR DE ALGUNS  PROGRAMAS DA TV BRASIL, VEJO NA IMAGEM O VERDADEIRO DESMONTE DA TV, PROPORCIONADA PELO GOVERNO DE  TREMER, SE NÃO VEJAMOS, NA SEGUNDA-FEIRA Á NOITE, HORÁRIO DE 11 HORAS, TINHA BRASILIANAS.ORG, COM NASSIF, COM VÁRIOS TEMAS, PRINCIPALMENTE COM ECONOMIA E POLITICA.
NA TERÇA ESPAÇO PUBLICO COM PAULO MOREIRA E FLORESTAN, TAMBÉM NA LINHA DE ECONOMIA E POLITICA, COM ENFOQUE MAIOR NO POLITICO, COM A VINDA DE JURISTAS, POLITICOS E OUTROS/AS. OU SEJA ERA UMA OPÇÃO PARA ESTE LIXO QUE É A NOSSA TELEVISÃO COMERCIAL, COM VERDADEIRAS PEROLAS QUE AFRONTA O NOSSO PODER DE PENSAR E DISCERNIR SOBRE NOSSA ATUAL SITUAÇÃO.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

LAMPIÃO COM RAIVA

VEJO NO BLOG DE PAULO HENRIQUE AMORIM, UMA CHARGE COM GILMAR MENDES COM ROUPA DE CANGACEIRO, IMAGINO COMO NÃO ESTARÁ LAMPIÃO, CORISCO, ANTÔNIO SILVINO E MUITOS CANGACEIROS NESTA AFRONTE AO NOSSO IMAGINÁRIO NESTA ASSOCIAÇÃO.
O SEMIÁRIDO TAMBÉM NÃO GOSTOU MUITO DESTA LEGENDA.